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Heroes S02E 01, 02, 03

A primeira temporada começou bem e graças a personagens como Hiro, Sylar e Claire a curiosidade dos série-maníacos foi atiçada. Infelizmente, percebe-se uma certa inexperiência da equipe de produção, sobretudo dos roteiristas, que deixaram a peteca cair realizando um dos mais brochantes finais de temporada que já vi.

Entretanto, eles tem crédito, afinal, conseguiram minha atenção por 23 episódios na primeira temporada. A segunda temporada começa ainda mais morosa que a anterior. O que antes aguçava a curiosidade do espectador, a descoberta das personagens por suas habilidades, agora, já não faz efeito. Até agora, três episódios enchendo lingüiça.

Não irei listar os pontos baixos, pois o texto ficaria excessivamente prolixo. Destaco os irmãos latinos Maya e Alejandro, que pretendem cruzar a fronteira dos EUA para encontrar uma cura para a garota. O efeito usado nos olhos de Maya, que mata todos a volta, lembra muito a peste negra que corria nos olhos em Arquivo X. Não tenho dúvida que ela é o elemento central desta segunda temporada. Aposto um doce que Sylar vai matar o Alejandro, que é capaz de absorver o líquido negro da irmã e ressuscitar as pessoas que ela mata, e passar a série toda correndo atrás de Maya. Com tal poder Sylar faria um bom estrago. Não estou prevendo nada, mas parece óbvio que esse seja o arco dramático da temporada. Excessivamente óbvio. Resta saber a importância da enfadonha estória do samurai-gringo Takezo Kensei para o contexto de Heroes.

Heroes precisa de um pouco mais de coragem, no sentido de brincar com os conceitos e princípios do que constitui um herói. O vilão, nada mais é uma variante do herói. A série precisa agredir mais essa linha tênue que separa o herói e o vilão. Espero que Peter Petrelli torne-se um vilão. Faria muito bem a saúde da série.
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