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Sobrenatural: A Origem

O primeiro longa da série Sobrenatural tinhas boas ideias, um bom nível de sustos e apresentava algo melhor que os rasteiros filmes de horror à época. Já o segundo, forçava um pouco a barra e foi realizado em virtude do sucesso de bilheteria do anterior. Chegamos no terceiro, Sobrenatural: A Origem, que poderia ser mais uma tentativa de sugar dinheiro, e realmente é, mas felizmente traz um filme razoável, com bons sustos, mas que se destaca pela boa estréia na direção de Leigh Whannell, roteirista dos filmes anteriores e de diversos filmes da série Jogos Mortais.

O longa é um prólogo que se concentra em contar um pouco mais do ofício Elise Rainier (Lin Shaye), a velhinha médium da série, antes do fatídico encontro com a família Lambert dos dois primeiros filmes. Convenhamos, o longa tem pouca relação com os filmes anteriores.  Nesse ponto, olhando Sobrenatural: A Origem como uma obra distinta, ela funciona até bem. Tem aqueles erros bobos de roteiro, que diminuem o impacto da narrativa, mas isso, infelizmente, já é um pouco normal no gênero. O longa está muito mais para um breve relato, levemente assustador, de uma manifestação mediúnica mal realizada. Ou seja, uma sessão espírita com sustos. Não é muita coisa, mas é muito melhor que a releitura do novo Polteirgeist.



Sobrenatural: A Origem (Insidious: Chapter 3 - 2015)
Direção:  Leigh Whannell
http://www.imdb.com/title/tt3195644/

   The Lazarus Effect
(2015) on IMDb 
Gilvan Marçal - gilvan@gmail.com
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